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Após morrer em seu mundo de origem, um homem comum desperta diante de uma entidade que não se encaixa em nenhuma definição conhecida de deus. Sem compreender a verdadeira escala do que está à sua frente, ele faz três desejos — não por ambição, mas para testar limites que acredita existir.
Reencarnado como um dragão capaz de devastar continentes, dotado de vida eterna e preso a uma escolha que só poderá ser executada quando — e se — ele realmente desejar, o protagonista atravessa eras observando o mundo crescer, errar e esquecer.
Muito antes de Hogwarts se tornar uma escola, ele foi seu guardião. Antes de o Ministério da Magia existir, aquelas terras já tinham dono. Com o passar dos séculos e sua hibernação, a história foi sendo distorcida, usada como ferramenta política e, por fim, esquecida.
Seu despertar ocorre no segundo ano de Harry Potter, no mesmo instante em que antigas mentiras começam a cobrar seu preço. Enquanto o mundo reage ao retorno de algo que jamais deveria ter sido ignorado, o dragão não busca governar, salvar ou destruir — apenas compreender.
Ao perceber uma anomalia única: um garoto ligado por vínculos de alma a cinco bruxas, ele intervém por pura curiosidade, desencadeando mudanças silenciosas que não quebram o destino… mas o tensionam.
Conforme o Ministério da Magia tenta reafirmar uma autoridade que nunca teve, a verdade vem à tona: Hogwarts não é apenas uma escola. É um país. E seu soberano nunca deixou de existir.
No fim, resta apenas uma pergunta — não ao mundo, mas ao próprio dragão: